Ainda não há nada que justifique, ao menos até este momento da campanha, que João ou qualquer outro candidato tenha condições de vencer as eleições com uma maioria dessa proporção.
Se é verdade que o exército Erivanzista/João possui uma infantaria mais ofensiva e organizada, armas e equipamentos de batalha mais eficientes e um quartel-general mais estruturado e leal ao “líder”, ainda assim é muito precipitado, além de soar como arrogância, afirmar que Erivan/João já está reeleito.
Há muita água para rolar por baixo do processo. A campanha só começa efetivamente a partir do horário gratuito no rádio, isso estamos todos carecas de saber.
Contudo, até esse clima de “já ganhou”, que começa ser trabalhado pela candidatura João Maria, faz parte da “guerra de comunicação”, comum em qualquer tipo de campanha, sobretudo eleitoral.
Não reconhecer isso é simplesmente estar a serviço da derrota.