domingo, 14 de abril de 2013

LAGOA NOVA: CRIANÇA CATADORA DE LATINHAS, COMOVE POPULARES PELAS RUAS DA CIDADE.

Talvez você tenha preguiça de ler isso, mas tente. Naquela típica voltinha com uma amiga, num domingo tedioso, me deparo com essa cena. Sim, eu me comovi, assim como a minha amiga. Aquele nó na garganta, aquele momento em que a reflexão vem á tona. Meu Deus, como somos pequenos, o egoísmo se faz presente todos os dias de nossas vidas, olhar em volta e enxergar que meu problema não compara com tantos outros e tão perto que cegamos com o ego.
Parei, pedi que ele me deixasse tirar a foto e ele com toda simplicidade do mundo, me permitiu. Eu pergunto, quase sem voz, olhos cheios de lágrimas: Tá com fome?
E ele responde com um sinal tímido que sim. Gente, não fiz nada, mas o pouco que fiz me deixou bem, reparem na primeira foto em seguida olhe a outra e veja o sorriso estampado ao receber o que pude lhe dar. Senti dó, mas ao mesmo tempo achei lindo, ele não pede, ele não rouba, ele simplesmente cata as latinhas por míseros centavos, que não compensam as voltas na cidade, com sol escaldante e a fome. Deus me perdoa pelas vezes que reclamo da vida, reclamações infelizes. Hoje, prometo, pensar antes de falar qualquer besteira. Conheço os pais, não os julgo, porém admiro por ter ensinado que trabalhar é antes de tudo, o melhor caminho, onde ser humilde e não se envergonhar do que faz é mais importante.
E mais uma vez, peço perdão e agradeço pela vida que tenho, a família, o pão de cada dia, enfim, agradecer por tudo... Cidade pequena sem o olhar das autoridades, o ser humano realmente é carente de bons atos, porém cheio de maldade.
Reflitam, agradeçam, ao invés de só pedir e reclamar, olhe a sua volta...
Mais uma lição!
Talvez você tenha preguiça de ler isso, mas tente. Naquela típica voltinha com uma amiga, num domingo tedioso, me deparo com essa cena. Sim, eu me comovi, assim como a minha amiga. Aquele nó na garganta, aquele momento em que a reflexão vem á tona. Meu Deus, como somos pequenos, o egoísmo se faz presente todos os dias de nossas vidas, olhar em volta e enxergar que meu problema não pode, em hipótese alguma, ser comparado com tantos outros por aí, onde é tão perto que cegamos com o egoísmo, na verdade, somos humanos demais.
Parei, pedi que ele me deixasse tirar a foto e ele com toda simplicidade do mundo, me permitiu. Eu pergunto, quase sem voz, olhos cheios de lágrimas: Tá com fome?
E ele responde com um sinal tímido que sim. Gente, não fiz nada, mas o pouco que fiz me deixou bem, reparem na primeira foto em seguida olhe a outra e veja o sorriso estampado ao receber o que pude lhe dar. Senti dó, mas ao mesmo tempo achei lindo, ele não pede, ele não rouba, ele simplesmente cata as latinhas por míseros centavos, que não compensam as voltas na cidade, com sol escaldante e a fome. Deus, me perdoe pelas vezes que reclamo da vida, reclamações infelizes. Hoje, prometo, pensar antes de falar qualquer besteira. Conheço os pais, não os julgo, porém admiro por ter ensinado que trabalhar é antes de tudo, o melhor caminho, onde ser humilde e não se envergonhar do que faz é mais importante.
E mais uma vez, peço perdão e agradeço pela vida que tenho, a família, o pão de cada dia, enfim, agradecer por tudo... Cidade pequena sem o olhar das autoridades, o ser humano realmente é carente de bons atos, porém cheio de maldade.
Reflitam, agradeçam, ao invés de só pedir e reclamar, olhe a sua volta...
Mais uma lição!
Do Blog: Queremos parabenizar a universitária "Kelly Moreira" pela reportagem. Com certeza isso vai chamar a atenção de autoridades e vai mudar essa triste realidade.

Autora do texto.