sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Se dizendo católica cantora Fafá de Belém defende o aborto em rede nacional


Fafá de Belém debateu a criminalização do aborto durante uma entrevista no programa Conversa com Bial, exibido na terça-feira (7). Ao falar sobre dogmas da Igreja Católica, a cantora defendeu: “A gente tem que descriminalizar. Nenhuma mulher faz um aborto porque quer”. “É doloroso quando é necessário por problemas de saúde. Logo depois que Mariana nasceu, eu engravidei e não tinha condições físicas de ter outro filho e tivemos que fazer um procedimento”, explicou.

Fonte: FRONT CATÓLICO

No debate da Band, Alckmin se sai melhor, porem, vira alvo e nanico Daciolo rouba a cena nas redes


Morno e sem grandes momentos de polarização direta, o primeiro debate presidencial na TV das eleições 2018, na Band, evidenciou o tucano Geraldo Alckmin, dono do maior tempo na propaganda eleitoral gratuita na TV, como o alvo preferencial dos adversários. Além de lançar o candidato nanico Cabo Daciolo, do Patriota, ao estrelato nas redes e nos memes por causa de sua participação histriônica, o programa também deixou claro os problemas da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e virtualmente impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa. Em pouco mais de três horas de exposição dos postulantes da TV aberta, o petista, que aparece como o líder das pesquisas de intenção de voto, foi citado apenas uma vez, e no começo - ainda que a memória da era de ouro do lulismo, antes de o país amargar a recessão, tenha sido evocada algumas vezes.
A noite mostrou que Geraldo Alckmin, mesmo à espera da propaganda na TV para tentar decolar nas pesquisas, provoca nos oponentes a percepção de que sua candidatura tem potencial de crescimento e deve ser atacada em nome de um lugar no disputado segundo turno. Alckmin foi duramente questionado, de Henrique Meirelles (MDB) à Marina Silva (REDE) passando por Ciro Gomes - o pedetista, ávido por exposição porque terá pouco a fazer no horário eleitoral, acabou relativamente isolado no debate.
Não houve uma polarização ideológica clássica direita x esquerda. Em certo um momento, Boulos disparou: “Aqui tem 50 tons de Temer. Até quem está propondo o novo, estava ano passado aprovando tudo do Temer”, provocou o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) para tentar colar os adversários a imagem do Governo Temer, o mais impopular da história. Até Meirelles, ex-ministro da Fazenda do atual Governo e candidato governista, tentou se afastar do Planalto e se aproximar de seu passado lulista — algo que Marina Silva e Ciro Gomes, ex-ministros de Lula, também fizeram em determinados momentos ao exaltar alguns feitos pessoais. Pouco articulado, Meirelles acusou o PSDB de Alckmin de chamar o programa Bolsa Família de "Bolsa Esmola”. Restou ao tucano elogiar o programa e citar que ele teve origem no Governo FHC - uma tentativa de puxar a memória do eleitor para algo que já faz duas décadas.
Alckmin, por sua vez, ao invés de escolher Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas em cenários eleitorais sem Lula, acabou mirando a menos beligerante Marina Silva para direcionar suas perguntas. A profusão de candidatos — oito — e a predileção dos adversários pelo tucano acabaram também por retirar protagonismo de Bolsonaro. O candidato de extrema-direita do PSL teve menos espaço para abusar de frases feito na área de segurança e em desprezo ao direitos humanos, como nas recentes sabatinas televisivas. "Bolsonaro atuou sem criar conflito com nenhum candidato. Uma boa estratégia”, avaliou Eduardo José Grin, cientista político e professor do Departamento de Gestão Pública da Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas, que comentou em tempo real para o EL PAÍS a performance dos candidatos.
O capitão reformado do Exército foi o tema mais buscado na Internet segundo o Google, que fez uma parceria com a Band para analisar o interesse pelo debate no mundo virtual. No entanto, à medida que o programa se desenrolou, Bolsonaro dividiu os holofotes especialmente com Cabo Daciolo. Os momentos mais esdrúxulos ficaram por conta da estreia de Daciolo em rede nacional, que em alguns momentos fez dobradinha, ao menos temática, com Bolsonaro. Daciolo, deputado federal e ex-bombeiro militar, imprimiu o vozeirão para responder, muitas vezes de maneira desconexa, às perguntas feitas. "Os maiores criminosos do país são engravatados”, disse. Virou o segundo tópico mais comentado no Twitter, depois do próprio debate, que, no auge, marcou quase 7 pontos no Ibope, contra 25 pontos da TV Globo. Cada ponto equivale a 71,8 mil pessoas ou 201 mil pessoas.
Com exceção de Boulos, todos os candidatos exploraram as citações a Deus flertando com o eleitorado cristão. Violência, desemprego e crise do Estado foram os temas mais recorrentes - aborto e desigualdade de gênero também foram mencionados. Só dois candidatos, Marina e o próprio psolista, acabaram tendo que responder uma pergunta de uma jornalista sobre a questão da interrupção da gravidez. "Esse é um tema complexo, que envolvem questões filosóficas, morais e religiosas. Aborto não pode ser advogado como método contraceptivo, defendemos o planejamento familiar para que as mulheres não precisem recorrer a isso”, disse Marina Silva, que, evangélica, não deu posição direta e disse que o tema deve ser decidido em referendo. Boulos, cauteloso na resposta, falou como a desigualdade social afeta o tema: as mulheres pobres são as que mais sofrem porque a interrupção da gravidez não é legalizada.
Fonte:El PAÍS

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Eleições 2018: senadora Ana Amélia (PP-RS) aceita convite e será vice de Geraldo Alckmin


A senadora Ana Amélia (PP-RS), 73 anos, será a candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo lideranças dos partidos que compõem o chamado Centrão e do PSDB, o martelo foi batido nesta quinta-feira, 2, quando a pepista gaúcha aceitou o convite de Alckmin. Ela foi indicada pelo grupo, composto por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade, para ser a companheira do tucano na disputa pela Presidência da República.
O anúncio oficial da chapa será feito após PSDB e PP resolverem acordos regionais, como no Rio Grande do Sul, estado de Ana, onde os dois partidos têm candidatos ao governo do estado. A convenção que oficializará Alckmin como candidato tucano ao Palácio do Planalto está marcada para o sábado, 4, data em que ele pretende já ter sacramentado a senadora como vice.
Geraldo Alckmin tinha Ana Amélia como nome preferido entre os que passaram a ser analisados como possíveis vices desde que o empresário Josué Gomes da Silva, dono da Coteminas e filho do ex-vice-presidente José Alencar, rejeitou compor chapa com ele. Nesta quarta-feira, o presidenciável declarou que a escolha estava entre sete nomes. Por fim, acabou escolhendo Ana Amélia, que disputou sua primeira eleição em 2010 e foi eleita ao Senado.
Fonte: Veja

O irreverente, carismático e folclórico Zé coco sairá candidato a Deputado Federal


O curraisnovense   Zé Coco, é mais um postulante a uma vaga na Câmara Federal nas eleições de 2018, ele anunciou sua candidatura via rede social:

''AGORA É PRA VALER: ZÉ COCO CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL.
Em 2016 Currais Novos vivenciou um momento épico da história de seu povo, onde trabalhadores rurais, servidores públicos e profissionais liberais juntaram-se contra a velha política,com o sonho de implementar uma mudança na política de Currais Novos. Naquela oportunidade fui candidato a prefeito, mais de 800 pessoas confiaram no nosso nome e nos acompanharam como forma de resistência aos grupos políticos que revezavam há décadas a gestão da nossa cidade. Agora faço ecoar aos quatro cantos do meu querido Rio Grande do Norte que sou CANDIDATO a DEPUTADO FEDERAL nas Eleições 2018 e convoco a todos para que, juntos, possamos construir uma verdadeira mudança na política de Currais Novos e do Rio Grande do Norte.''



sexta-feira, 27 de julho de 2018

As eleições majoritárias batem a porta, e o discurso do embuste será colocado a prova

( FOTO: reprodução de Internet) 

Desde as eleições municipais de 2016, o embuste é a marca  maior de vários prefeitos do RN junto a população, Lagoa Nova que a diga.Então, nada melhor que uma eleição  para por o discurso do embuste a prova.  

A história se repete ano após ano,  muitos políticos  adoçam  a lábia, recorrem ao populismo barato e, de novo, lançam mão de mentiras – sem nem mesmo corar a face – a fim de iludir e engabelar o povo em busca  de votos. É preciso ficar atento eleitor!  

terça-feira, 24 de julho de 2018

Pesquisa IBOPE: Garibaldi e Geraldo Melo lideram para o Senado, seguidos por capitão Styvenson


O senador Garibaldi Alves (MDB) e o ex-senador e governador Geraldo Melo (PSDB) são os nomes que lideram as pesquisas estimuladas do Ibope/Tribuna do Norte para o Senado. Com 24% e 22%, respectivamente, Garibaldi e Geraldo Melo está tecnicamente empatados na liderança por um das duas vagas elegíveis ao Senado.

O Capitão Styvenson (atualmente sem partido) soma 19% da preferência popular e está na terceira colocação. Ele é seguido de perto pela deputada federal Zenaide Maia (PHS), com 18%. Caso as eleições fossem realizadas hoje, ambos ficariam empatados e de fora da disputa. Mais atrás, o deputado Antônio Jácome (Podemos) fecha a lista de pré-candidatos com mais de 10% da preferência, acumulando 12%.

Os demais pré-candidatos colocados como opções foram Alexandre Motta (PT), com 7%; Professor Lailson (PSOL), com 7%; Magnólia Figueiredo (Solidariedade), com 6%, e Joanilson Rêgo (PSDC), com 2% – todos os percentuais representam a soma das duas opções que podem ser feitas para o Senado.

Já as intenções de voto em branco ou nulo somam 68%. Destes, 28% são referentes à primeira vaga ao Senado Federal e 40% à segunda vaga. Eleitores que não sabem ou não quiseram responder representam 15% do público entrevistado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 17 de julho pelo Ibope/TN ouvindo 812 eleitores. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os registros da pesquisa, junto à Justiça Eleitoral, são RN-03429/2018 (TRE) e BR-07949/2018 (TSE).

FONTE: AGORA RN

segunda-feira, 23 de julho de 2018

''Guru'' de Bolsonaro critica Janaína Paschoal


O filósofo Olavo de Carvalho, tido como um "guru" do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), atacou a professora Janaína Paschoal, que foi convidada pelo militar para ser sua vice. Janaína fez um discurso na convenção realizada nesse domingo que desagradou alguns apoiadores do candidato ao dizer ser contra "pensamento único" e que o grupo de Bolsonaro poderia se transformar em um "PT ao contrário". A professora ainda não respondeu ao convite.


"Janaína Paschoal não pode ser vice-presidente nem de clube de futebol", afirmou Olavo de Carvalho, em sua página no Facebook.

FONTE:O globo

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Executiva estadual tucana confirma candidatura de Geraldo Melo ao Senado


O ex- governador, pré-candidato ao Senado pelo PSDB, começará, nos próximos dias, uma agenda intensa pelo interior do Rio Grande do Norte.
O político teve seu nome confirmado pela executiva estadual do seu partido  para disputar  uma cadeira ao Senado Federal.
Biografia de Geraldo Melo
Foi secretário estadual, vice-governador, governador, vice-presidente do senado e senador da República.


Tendo construído boa parte da sua vida pública em Ceará-Mirim, colaborou com o governo de Aluísio Alves (1961-1966), tendo trabalhado no DNOCS. Foi indicado vice-governador do Rio Grande do Norte quando o titular era Lavoisier Maia Sobrinho (1978-1983).

Em seguida, voltou para o grupo dos Alves e coordenou a campanha vitoriosa de Garibaldi Alves Filho para a Prefeitura de Natal, no ano de 1985. Isso lhe serviu de credencial para disputar o Governo do Estado em 1986. Com o slogan Novos Tempos, Novos Ventos e uma maioria de 14 mil votos, tornado-se Governador do Rio Grande do Norte.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Por “união do centro”, Flávio Rocha desiste de candidatura a presidente


O empresário potiguar Flávio Rocha, líder do Grupo Guararapes, anunciou nesta sexta-feira, 13, que não vai mais concorrer à Presidência da República nas eleições deste ano. Seu partido, o PRB, confirmou a informação por meio de nota.
Em vídeo divulgado por sua assessoria, Flávio Rocha destacou que deixa o processo eleitoral com a sensação de “dever cumprido”, após ter apresentado “uma verdadeira agenda liberal” para o País.
Sem justificar a desistência ou anunciar apoios, o empresário afirmou que “o Brasil passa por um momento turbulento e que não pode flertar com os extremos”. “Por isso, mais do que nunca, vemos como necessário que todos que sonham com um País livre e democrático se unam em um único projeto de convergência”, afirmou Rocha.
Em nota, o PRB destacou é preciso a união de “forças do centro”. “Ao deixar a pré-candidatura, o PRB e Flávio Rocha abrem espaço para o diálogo firme em busca de construir a proposta mais equilibrada para o Brasil. O país não pode errar”, disse o partido.
O presidente da Riachuelo agradeceu ao apoio recebido pelas lideranças do PRB, que o acolheram no partido, e aos apoiadores do “Brasil 200”, movimento liberal que ele criou no início do ano. Ele saudou também aos militantes do Movimento Brasil Livre, que apoiaram a sua pré-candidatura.
“A retirada da pré-candidatura não significa que eu parei de trabalhar pelo meu ideal. Estou certo de que podere, junto com o PRB, contribuir para a discussão que se seguirá. Vejo no horizonte um Brasil livre, como aquele vislumbrado pelo Brasil 200, aonde nasceu essa luta [candidatura]. Continuarei combatendo o bom combate”, finalizou Rocha.