sábado, 9 de fevereiro de 2019

ELEIÇÕES 2020: PROVÁVEIS NOMES QUE PODERÃO DISPUTAR A PREFEITURA DE LAGOA NOVA-RN



Acabada uma eleição, imediatamente começa a próxima. Em Lagoa Nova município da Serra de Santana do nosso Seridó Potiguar, segue à risca o que já se tornou praxe no resto do País. Com o resultado das eleições de 2018 vários nomes vêm sendo ventilados, principalmente porque os resultados devem ser levados em consideração para uma análise mais profunda. Essa eleição foi vista por alguns como se fosse um trator que passou por cima de nomes até então inatingíveis, que naturalmente eram postos como potencial candidato e com histórico invejável de bons resultados.

 A próxima eleição já é próximo ano, alguns nomes já podemos apresentar como o do atual prefeito Luciano Decepção Santos, o mesmo será candidato a reeleição Outros nomes de possível candidato a prefeito de Lagoa Nova nas eleições de 2020 é o do ex-secretário de obra do município Hélio Costa, o mesmo vem sendo citado em todas as conversas para as eleições de 2020 e é o nome de maior aceitação dentro do grupo político do ex-prefeito Erivan Costa. Um outro nome que tenta manter a candidatura é Erivan Filho, que foi o candidato nas eleições de 2016 e perdeu para o atual prefeito, o mesmo vem enfrentando uma grande resistência dentro do próprio grupo para levar em frente à sua candidatura.

Temos informação que um Empresário da cidade poderá colocar seu nome à disposição da população; como não temos a informação do próprio, não colocamos o seu nome nesta edição. Se realmente for confirmado é nome forte para a disputa em 2020. Na próxima edição deste Blog poderemos trazer outros nomes que fazendo parte da lista de possíveis candidatos a prefeito de Lagoa Nova nas eleições de 2020.

Rogério diz que proposta da Previdência deve ser anunciada entre os dias 19 e 21


O secretário especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, Rogério Marinho, apresentou  ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, a proposta da equipe econômica sobre as aposentadorias especiais dos policiais. Segundo ele, os dois ministérios e a Casa Civil trabalham juntos por uma estratégia para que o pacote anticrime e a reforma da Previdência possam tramitar ao mesmo tempo no Congresso.

“Estamos conversando com vários ministros sobre a finalização do texto da reforma e apresentei a Moro a proposta para as aposentadorias dos policiais, que são de responsabilidade do Ministério da Justiça”, afirmou Marinho. “Moro já conhece o teor da medida, mas a proposta só deve ser anunciada entre os dias 19 e 21 deste mês”, acrescentou ao ser perguntado sobre detalhes do texto.

Segundo Marinho, a conversa com Moro também serviu para apresentar as primeiras medidas já tomadas em relação à medida provisória de combate à fraude em benefícios previdenciários e assistenciais. Perguntado pelos jornalistas se o trâmite da reforma da Previdência no Congresso não pode ser atrapalhado pelas discussões do pacote anticrime apresentado por Moro, Marinho avaliou que a Casa Civil deverá estabelecer a estratégia mais adequada para que ambas as matérias sejam votadas.

O secretário disse ainda que as negociações com os militares para o envio de um projeto de lei sobre suas aposentadorias, em paralelo à reforma da previdência, têm avançado muito. “O presidente Jair Bolsonaro já tomou a decisão, desde o início do seu governo, de que os militares também estarão no processo de reforma”, acrescentou.
Questionado se o governo já colocou no papel ao menos parte das medidas em estudo para o aprofundamento da reforma trabalhista, como a criação de uma carteira verde e amarela, com menos direitos, o secretário não respondeu. “O ministro Paulo Guedes falou disso ontem”, limitou-se a dizer.

Na quinta-feira, 7, Guedes voltou a atacar a atual legislação trabalhista, classificando-a como fascista, e negou que o governo pretenda mexer em direitos constitucionais como férias e 13.º salário. Ele confirmou, no entanto, estudos para a criação de um novo regime que, segundo ele, terá menos direitos, mas mais empregabilidade.

Fonte: G1

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Rio Grande do Norte apresenta redução nos índices criminais em janeiro


No primeiro mês de 2019, o Rio Grande do Norte apresentou redução em uma série de índices criminais. Os dados foram divulgados pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).
As Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) tiveram uma redução em todo o Estado de 38,5%, passando de 200 para 123. Na capital potiguar, a queda foi ainda maior, de 39,1% (passou de 46 para 28), enquanto Mossoró viu a redução atingir 31,6% (de 19 para 13).
Em relação aos Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVPs), as diminuições também foram significativas, de 33,59% nos roubos e 19,9% nos furtos qualificados. Na Região Metropolitana, o roubo de veículos caiu 28,4%, de 649 para 465, enquanto o roubo a transporte coletivos passou de 44 para 39 (-11,4%)
Fonte: Assecom/RN

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Com a eleição de Davi Alcolumbre para presidente do Senado, o DEM passa a comandar as duas casas legislativas



O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), 41 anos, se elegeu presidente do Senado obtendo 42 votos, um a mais que os 41 necessários para um candidato ganhar no primeiro turno. Dos 81 senadores, votaram 77.

É a segunda vez que o MDB perde uma eleição para a presidência do Senado desde o fim da ditadura. Renan Calheiros (MDB-AL) buscava se tornar presidente da Casa pela quinta vez. Mas abandonou a candidatura durante a eleição por entender o processo "deslegitimado".

Com a vitória de Alcolumbre, o DEM passa a comandar o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito presidente da Câmara, também em primeiro turno.

O resultado da eleição no Senado foi o seguinte:

Davi Alcolumbre (DEM-AP) - 42 votos
Esperidião Amin (PP-SC) - 13 votos
Angelo Coronel (PSD-BA) - 8 votos
Reguffe (sem partido-DF) - 6 votos
Renan Calheiros (MDB-AL) - 5 votos
Fernando Collor (Pros-AL) - 3 votos

A vitória de Davi Alcolumbre foi precedida de

-  aprovação de voto aberto na sessão de sexta-feira.
- decisão do presidente do STF que determinou eleição com voto secreto
- desistência de três candidatos a presidente do Senado
- anulação da primeira votação porque havia na urna 82 votos de 81 senadores
- retirada da candidatura pelo senador Renan Calheiros

Fonte: G1

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Eleição do presidente do Senado: Styvenson votou pelo voto aberto ; Zenaide e Jean-Paul se abstêm


Na primeira intervenção dos três novos senadores que representam o Estado do RN, o capitão Styvenson Valentim (sem partido) votou a favor do voto aberto para disputa da mesa diretora do Senado.
Já Zenaide Maia (PROS) e Jean-Paul Prates (PT) abstiveram-se.
A sessão foi encerrada sem a votação para escolha da nova mesa diretora.

À madrugada deste sábado (2), o ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu que a eleição deve ser secreta 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Em exercício interino da presidência, Mourão diz que Lula ir a velório do irmão é questão humanitária



O presidente em exercício, o general Hamilton Mourão, afirmou que a presença do ex-presidente Lula no velório de seu irmão é uma "questão humanitária".
"É uma questão humanitária. Perder um irmão é sempre uma coisa triste. Eu já perdi o meu e sei como é que é", disse o presidente em exercício segundo a Folha de S. Paulo. "Eu acho que se a Justiça considerar que está ok, não vejo problema nenhum", acrescentou.
Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá,  faleceu  terça-feira (29), vítima de um câncer de pulmão aos 79 anos.
Diante da demora em responder ao pedido feita pela defesa à Justiça Federal de Curitiba, a defesa apresentou um pedido de habeas corpus no TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região no  reforçando a solicitação para a saída temporária do ex-presidente.

Fonte: G1

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

URGENTE: Engenheiros que prestaram serviço à Vale são presos em São Paulo e em Minas Gerais

Foto aérea da desvatação provocada pela lama em Brumadinho — Foto: Cavex/Divulgação

O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil do estado cumpriram na manhã desta terça-feira (29) dois mandados de prisão expedidos pela Justiça Estadual de Minas Gerais contra engenheiros que atestaram a segurança da barragem 1 da Mina do Feijão, em Brumadinho (MG), que se rompeu na última sexta-feira. Em Minas, foram cumpridos outros três mandados de prisão.
Na noite de segunda-feira (28), a Defesa Civil de Minas Gerais informou que há 65 mortos e 279 desaparecidos após a tragédia provocada pelo rompimento da barragem da mineradora Vale, na região metropolitana de Belo Horizonte. Nesta terça-feira, começa o quinto dia de buscas no local.
A prisão dos engenheiros Makoto Namba e André Yum Yassuda em São Paulo ocorreu nos bairros de Moema e Vila Mariana, Zona Sul da cidade. Eles foram levados para a sede da Polícia Civil. As ordens são de prisão temporária, com validade de 30 dias, e foram expedidas pela Justiça no domingo. A reportagem tenta contato com a defesa dos presos.
As ações em São Paulo, parte de uma operação que também se desenvolve em Minas Gerais, são coordenadas por promotores do núcleo da capital do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo, e pelo Departamento de Capturas (Decade) da Polícia Civil paulista.


Fonte:O Globo

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Jean Wyllys renuncia mandato de deputado e diz que deixará o Brasil após sofrer ameaças de morte



O deputado federal Jean Wyllys (PSol) anunciou que  abandonará  o mandato no Congresso Nacional após sofrer graves ameças de morte. O parlamentar publicou nas redes sociais uma mensagem, agradecendo aos seguidores, e dizendo que manter-se vivo "também é uma forma de resistência". Jean deixará o Brasil sem data de retorno.

O parlamentar está sob escolta da polícia desde o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol), no Rio de Janeiro. Eleito com 24 mil votos para o terceiro mandato, Jean já está no exterior, de férias, e disse que não pretende retornar ao Brasil.

Além de ameaças feitas por grupos de milicianos, o parlamentar também é alvo de grupos conservadores, que o atacam pelas redes sociais diariamente. O político também é um dos maiores alvos de notícias falsas espalhadas pela internet.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Jean disse que a eleição do presidente Jair Bolsonaro foi a causa principal da desistência. Mas, sim, o aumento do nível de violência. "Não foi a eleição dele em si. Foi o nível de violência que aumentou após a eleição dele. Para se ter uma ideia, uma travesti teve o coração arrancado agora há pouco. E o cara [o assassino] botou uma imagem de uma santa no lugar", disse.

Perguntando pelo jornal sobre o local de destino, Jean Wyllys não quis contar onde está nem para onde vai. "Eu não vou falar onde estou. Eu acho que vou até dizer que vou para Cuba [ironiza]. Eu sou professor, dou aula. Eu escrevo, tenho um livro para terminar. Eu vou recompor minha vida. Eu vou estudar, quero fazer um doutorado." 
 
Em mensagem publicada no Twitter, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) escreveu uma frase sem fazer referência direta ao deputado. O chefe do Executivo escreveu "grande Dia", logo após afirmar que está voltando ao Brasil, após deixar o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. 

 
Redes sociais 

 
Diante da novidade, milhares de internautas foram ao perfil de Jean para demonstrar solidariedade. "Jean, você sempre foi um símbolo de esperança para mim. Sua decisão é compreensível. Obrigado por ser linha de frente em um ambiente tão hostil. Obrigado por se manter vivo. Fico triste, resignado, mas com gigante admiração", escreveu um seguidor. 

"Obrigada por ser oposição quando precisamos de oposição. É preciso coragem para se estar no seu lugar. E mais coragem ainda para manter-se vivo no seu lugar. Discordamos em muitos pontos, mas admiro sua luta. Volte sempre. Tem apoio de milhões", publicou outra, em resposta ao parlamentar. "Parabéns por toda a sua luta, por todo o seu serviço ao país. Espero que tempos melhores lhe acolham de volta no futuro", disse um internauta. 

Quem pode ocupar o lugar de Jean Wyllys na Câmara é o suplente David Miranda (PSOL-RJ), vereador carioca. Ativista LGBT, casado com o jornalista Glenn Greenwald, David é jornalista e vencedor do Prêmio Pullitzer em 2014 por sua reportagem sobre programas de vigilância secretos dos Estados Unidos.

FONTE: Correio Braziliense