domingo, 20 de maio de 2018

Professor faz brilhante análise da cena política de Lagoa Nova em postagem do facebook

(FOTO:reprodução do facebook)

''Lagoa Nova – Não é questão de jeito, é questão de competência.
Quem observava a campanha do prefeito da cidade de Lagoa Nova em 2016, poderia, ingenuamente, acreditar no que se propagava. Aquela foi a campanha do “novo” contra o “velho”, da “Nova Política”, das coisas que estavam erradas há décadas, mas era só falta de jeito. Mas o discurso, na própria campanha, já mostrava sua debilidade: Não há como ser novo se aliando ao que há de mais arcaico, oligárquico e reacionário na política nacional.

Entretanto, a população estava cansada do grupo político que há vinte anos governava a cidade, desgaste que acresceu devido as manobras para transferir o prestígio do pai para o filho – mesmo havendo pessoas mais competentes dentro do próprio grupo político. Não havia opções, só havia uma esfinge sádica perguntando se queríamos o tiro no pé ou na mão.

O prefeito do novo foi eleito. Mas a novidade sempre tem que ter um tom de revolucionário. Grandes mudanças precisam de coragem e competência, características que faltam a atual e apática gestão da Prefeitura Municipal de Lagoa Nova.
Nos dois primeiros anos de mandato, a administração do prefeito Luciano Santos não disse a que veio: Como drama, não emociona; como comédia, não faz rir. Está mais para uma piada de mau gosto, com a qual os eleitores não acham graça nem por educação. O “novo” nos trouxe lixo nas ruas, desrespeito aos professores, quadras de esporte abandonadas, transporte escolar deficitário e tantas outras coisas que basta passear pela cidade para enxergar.


Hoje podemos afirmar que para resolver a situação de Lagoa Nova, não é questão de jeito, é questão de competência.

-Jeferson Alves 
Professor da Rede Pública.'' (sic)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Vistoria em ônibus escolar de Cerro Corá, de onde estudante caiu e morreu, diz que veículo não poderia estar circulando



O inquérito instaurado para apurar a morte da estudante Kamila da Silva Rodrigues, de 14 anos – que caiu de um ônibus escolar na zona rural de Cerro Corá, município distante 180 quilômetros de Natal – fato ocorrido no dia 4 deste mês, apresenta uma informação importante: de acordo com a mais recente vistoria realizada pelo Detran, o veículo não deveria estar circulando. "Inapto", é o que diz o documento, ao apontar que a porta do ônibus não estava funcionando e que o extintor de incêndio havia vencido. A inspeção foi feita em março e tem validade até o final de agosto.

O G1 teve acesso ao resultado da vistoria e também ao próprio inquérito policial. Neste último, em depoimento ao delegado Paulo Ferreira, responsável pela investigação, o próprio motorista do ônibus confirma que a vistoria já havia constatado a irregularidade na porta, que ela "não estava travando", e que por isso o veículo não deveria estar rodando.

Em outros depoimentos, alunos que também estavam no ônibus disseram que porta, inclusive, era presa com um arame, e que eram os próprios alunos quem colocavam e tiravam o arame quando passavam por ela. Um dos estudantes chegou a dizer que, em algumas viagens, a porta ficava o tempo todo aberta.

Homicídio culposo de trânsito
Em razão desta situação, uma vez comprovado que o ônibus não poderia estar circulando, o delegado disse que o motorista deve ser responsabilizado. E mais: "Também temos depoimentos que afirmam que a adolescente caiu por causa de uma curva muito acentuada que o motorista fez com uma velocidade incompatível", revelou o delegado.

Ainda de acordo com Paulo Ferreira, apesar de a queda da estudante ter acontecido em uma estrada carroçável na zona rural, e embora não houvesse o indicativo de placas – deveria ter prevalecido o bom senso do motorista.
Assim, com todas essas situações esclarecidas e comprovadas, "o motorista deve ser indiciado por homicídio culpo de trânsito (sem a intenção de matar), cuja pena vai de 2 a 4 anos de prisão". Ainda há a possibilidade de responsabilizarmos também quem permitiu que o motorista guiasse um veículo que não deveria estar circulando, no caso, o secretário municipal de transportes ou o gestor que tenha essa função", acrescentou o delegado.

Paulo Ferreira disse que pretende concluir o inquérito até o dia 7 de junho.

O caso
Kamila da Silva Rodrigues morreu depois de ser arremessada para fora de um ônibus escolar na zona rural de Cerro Corá. Ela voltava da escola para casa quando aconteceu o acidente. Foi por volta das 18h do dia 4 de maio, na comunidade Sítio Baixa da Floresta. Segundo relatório da Polícia Militar, a estudante caiu depois que o veículo fez uma curva fechada.

O ônibus tem capacidade para 60 passageiros, mas não estava lotado. Ao perder o equilíbrio dentro do veículo, Kamila caiu sobre a porta, que se abriu. A porta, de acordo com os alunos, era fechada com um pedaço de arame. A estudante ainda chegou a ser socorrida para o hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos. Foi o motorista quem chamou o socorro médico, mas ele saiu do local do acidente com medo de sofrer agressão. Revoltados, moradores da região depredaram o ônibus.

O veículo ainda vai passar por perícia técnica.

FONTE :G1 RN




quarta-feira, 16 de maio de 2018

Chega ao fim a greve dos professores da rede pública de ensino de Lagoa Nova


Com acordo judicial firmado entre o SINTE e a Prefeitura Municipal de Lagoa Nova ,termina a greve dos servidores da educação.A previsão é que as aulas voltem já amanhã. 

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Analfabeto até os 65 anos se forma em História aos 79


Essa é daquelas histórias que servem de incentivo para quem acha que seus objetivos são muito difíceis de alcançar. De família pobre e desde cedo trabalhando duro em várias funções para sobreviver (atuou em lapidação, em gráfica, foi motorista e carregador), Valdir de Lima não teve tempo de estudar. Por causa disso, manteve-se sem saber ler e escrever até os 65 anos de idade.
Isso não impediu que se apaixonasse pela carreira de História "Foram minha mulher e meus filhos que me ajudaram a ler. Comprava jornais, revistas e livros e ficava encantado com a história das pessoas, dos lugares", conta ele. Aos poucos, foi aprendendo mais com as aulas do Telecurso 2000. "Sou autodidata", orgulha-se.
Resolveu ir mais longe. Fez o Ensino Médio e depois matriculou-se no curso de História da Universidade Estácio de Sá. Por 8 anos, dividiu o tempo entre a sala de aula da universidade e o quarto de hospital onde sua mulher estava internada. Ela teve que tirar um rim e acabou falecendo, depois de uma convivência de 56 anos. Mesmo sem sua maior incentivadora ao seu lado, Seu Valdir continuou os estudos.
Como resultado, Seu Valdir se formou historiador no fim de março, aos 79 anos, sob aplausos dos colegas mais jovens. "Levantar aquele canudo foi libertador", desabafou Valdir.
Fonte: O DIA IG

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Lagoa Nova/RN:o que esperar de uma gestão que decreta dia facultativo antes ou depois de feriado,isso é para beneficiar quem?

(Imagem ilustrativa)

Parece piada,mas não é,atual gestão que administra Lagoa Nova está dando dia facultativo antes ou depois de feriados. O nobre cidadão tem o direito de  saber,que  quem pagar o salario desse dia não trabalhado,mas que será pago mesmo assim,é VOCÊ! Tal  paralisação do serviço em dia que não é feriado,mostra o quanto estamos entregues nas mãos da  irresponsabilidade no setor público.

Sabemos que atualmente existe grande número de funcionários públicos de fora de Lagoa Nova trabalhando na prefeitura. O povo quer saber,é para beneficiar essa gente que estão dando dia facultativo em detrimento ao funcionamento  normal do serviço público que a população tanto quer?    

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Queda de braço entre o prefeito e professores prejudica dezenas de alunos em Lagoa Nova

(Reprodução de internet)

A queda de braço entre o prefeito Luciano Santos(MDB) e professores  da rede municipal de ensino vem gerando graves prejuízos aos estudantes da rede pública de ensino, que estão sem aulas devido a greve dos docentes iniciada semana passada .A categoria alega que está tendo perda de direitos devido o decreto municipal 529/2018.Também:

-Cobram reajuste salarial de 7,64%

-promoção horizontal na carreira.

-Reposição de gratificações de diretores e coordenadores pedagógicos. 

Mediante tenebroso  cenário,o prefeito que encontra-se sem apoio popular,com altíssimo índice de rejeição.Ver sua administração afundar  igual o famoso navio Titanic,levando   junto até a educação dos nossos filhos.

sábado, 14 de abril de 2018

Professores de Lagoa Nova realizam Assembleia com indicativo de greve para quinta-feira


Coordenados pelo SINTE, os professores da rede municipal de ensino promoveram nesta sexta-feira (13), pela manhã no cento pastoral de Lagoa Nova, Assembleia geral da categoria, com indicativo de greve.

Para quinta-feira aonde será convidados país e Alunos. Professores reivindicam perdas salariais,  reajuste de 2017 e 2018 que o prefeito não pagou a classe dos professores.

FONTE:TL Agora 

PGR denuncia Jair Bolsonaro por crime de racismo



A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) os deputados federais Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Jair foi acusado de racismo contra negros, quilombolas, refugiados, mulheres e LGBTs durante palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em abril de 2017.
Em nota da PGR, o órgão afirma que “avalia a conduta de Jair Bolsonaro como ilícita, inaceitável e severamente reprovável. Para a PGR, o discurso transcende o desrespeito aos direitos constitucionais dos grupos diretamente atingidos e viola os direitos de toda a sociedade. Ela ressalta que a Constituição garante a dignidade da pessoa, a igualdade de todos e veda expressamente qualquer forma de discriminação.”
No discurso, de cerca de uma hora, ele teria usado “expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais”. Entre elas, uma em que disse que as comunidades tradicionais “não fazem nada” e “só servem para procriar”.
A procuradora-geral pediu que o deputado seja considerado culpado por duas incidências de racismo, com pena de um a três anos de prisão em regime fechado cada uma, mais o pagamento de uma multa por ferida a danos morais coletivos, no valor indenizatório mínimo de 400.000 reais.
Sobre mulheres, Dodge cita uma fala em que o parlamentar diz que “fraquejou” ao ter uma filha mulher: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. Sobre pessoas LGBT, a procuradora-geral recupera falas do deputado em outros momentos, como por exemplo quando disse que “se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.”
FONTE: Veja